Vida acadêmica e a Pandemia

Eu sei que vc não aguenta mais essa situação, que se pudesse apertar um botão para que tudo fosse resolvido, apertaria!

A vida acadêmica de todos foi virada de cabeça para baixo, tivemos que reaprender um monte de coisas, novas ferramentas, se concentrar nas aulas mesmo que no sofá de casa, nos readequar a novos cronogramas que parecem impossíveis de serem cumpridos, além de toda insegurança, incerteza e muito stress!

Como você já sabe queremos trazer soluções! É pra isso que estamos aqui.

Então me diga qual está sendo seu maior desafio no que diz respeito a sua saúde mental e emocional neste momento?

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Então vamos começar a ter esperanças em relação ao combate ao Covid-19, pois na BBC News Brasil descobriram um americano com superanticorpos contra o cornavírus. Não é só isso também foi feito um imunizante capaz de combater o coronavírus em 100% dos casos e as suas variantes.

Mesmo com essa notícias devemos sempre ter fontes primarias seguras e buscar pelas suas próprias pesquisas.

Um forte abraço a todos!!

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@marcksa, você poderia compartilha com a agente os links desses estudos?

Vamos adorar saber mais!

Abração

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Sim claro!!! Os avanços são muitos ainda mais por parte das mulheres que são maioria!!

Como esta da Revista Exame:

Cientista brasileira cria produtos que inativam o coronavírus em 30 segundos

Postada no dia 08/03/2021 e alterada no dia 10/03/2021.
Reportagem de Laura Pancini

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Estudo mostra tratamento eficaz contra Covid-19

De Guilherme Odri, editor do LikeDin notícias
02/04/2021

Um estudo publicado na revista científica Nature aponta que um anticorpo duplo foi capaz de neutralizar potentemente o SARS-CoV-2 e suas variantes, impedir a mutação do vírus de forma a tornar-se resistente a tratamentos e proteger camundongos contra a Covid-19.

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Quem mais aí está tendo que se adaptar ainda as novas formas de estudo?

Fazer trabalho em grupo, assistir as aulas, participar dos grupos de estudos, fazer extensão então…

A real é que não está fácil nem tranquilo pra ninguém não é mesmo @JoaninhaSantos e @beatrizcoelho?!

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Não está fácil mesmo, @Dai.
No meu caso, não consegui me adaptar às reuniões de grupo de estudo online.
Sinto exaustão por tanto tempo de telas e sinto que a interação entre as pessoas ficou muito diferente.
Principalmente em relação ao tempo de resposta, aos problemas técnicos que sempre acontecem e às distrações das pessoas que estão participando :neutral_face:

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@Dai a adaptação está sendo continua.
Para quem sempre estudou presencial, e estar totalmente online na reta final de curso foi, está sendo uma continua adaptação;
Me senti perdida no começo, sem saber a hora que poderia terminar para descansar a mente. Estar em casa sempre, me fez atropelar as horas.
Neste momento depois de 1 ano de pandemia conseguir dar uma melhor organizada nos horários, mas mesmo assim, sinto uma necessidade de interação com pessoas a troca de conversas.
Mas, que venham novos desafios pois parar nunca.

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É não tem sido fácil se adaptar mesmo!

Mas alguém tem dicas para que este momento onde quase tudo esta virtual, ser menos exaustivo e mais pessoal?

@Dai, eu tenho lido textos que falam sobre como a internet não é boa e nem ruim, ela é uma ferramenta neutra. Então, ela é o que a gente faz dela, sabe?

Acho que dá para pensar que, embora a gente possa reclamar (e bastante!) da internet, imagina o que seria de nós sem ela nesse momento que a vida offline precisa de afastamento né?

Sobre as videoconferências, acho interessante pensar em alguns pontos:

  1. É sempre melhor manter a câmera aberta para também nos mantermos abertos às conversas: é uma forma de continuar atenta ao papo e garantir que existe presença de verdade.
  2. Mas há quem se faça presente por voz ou por chat, então tem que não deixa a câmera ligada, mas que coloca intenção em se fazer presente mesmo assim.
  3. Existem limitações tecnológicas, sociais e culturais para abrir a câmera: a gente não pode perder de vista que tem gente que tem acesso fraco à internet, celular ou câmera que não funciona bem, enfim.
  4. Um ponto importante dessa exaustão pode ser o fato de ter que encarar a própria imagem o tempo todo, porque numa conversa na vida real a gente não fica olhando um espelho, né?
  5. Câmeras abertas humanizam as relações, então muitas vezes a gente tá reclamando de falta de humanização desses artifícios, mas a gente também não se esforça pra isso. Fora que a gente consegue ver os animais de estimação das pessoas, os familiares, a casa que ela mora (às vezes os quartos em que dormem!!) então, não é bem uma falta de humanização que acontece.
  6. As videoconferências encurtam distâncias. Então porque a gente não vê um lado bom nisso né?

O que vocês acham?

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Creio que a pior é a falta de contato com os alunos e, no meu caso, o trabalho exclusivamente home office sem a possibilidade de sair.
Nas formações de professores que ministro, essa também é a maior queixa.
Porém, muitos deles criaram alternativas fantásticas para a “ausência de afeto” provocado pelas telas dos dispositivos eletrônicos.

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Oi, Michele! Bom dia :slight_smile:

Pode nos contar um pouco mais sobre as alternativas que alguns professores criaram para a suprir a frieza das telas?

Quem sabe pode ajudar alguém por aqui.

Um abraço!

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Olá Beatriz,

A maioria utiliza escuta ativa durante as aulas. Além disso, houve um aumento de atividades mais mão na massa para que os alunos participem da aula em diversos momentos.

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